O ano em que aprendi que realizar os desejos depende de aceitar os riscos de querer – inclusive o risco de se esborrachar de cara no chão.
O ano em que peguei meu medo de mudança, meti-lhe um direto de esquerda e deixei ali, na poeira. E mudei de emprego, de cidade, de estilo.
O ano em que comecei a namorar o amor da minha vida, que hoje mora comigo.
O ano em que deixei a 400km de distância pessoas que amo, e de quem sinto falta todos os dias.
O ano em que passei a pagar todas as minhas contas. E descobri que dou conta.
O ano em que aprendi a cozinhar.
O ano em que me envolvi na política, fiz campanha, torci, discuti.
O ano em que, mais uma vez, conheci muita gente legal, dentro e fora da internet, que hoje sai pra beber comigo.
O ano em que decidi vender o carro, e experimentar a vida de pedestre (mas continuo procurando comprador!)
Na prateleira dos anos vividos, taí: 2010 é A Montanha Mágica. Difícil de digerir, meio exasperante em alguns momentos, mas inesquecível. Termina com o pé direito: réveillon em Copacabana com bons amigos, e embarque para Brasília na manhã de sábado, para ver a posse da minha presidenta.
Bora lá, 2011 tá aí, e o prognóstico é bom.

Publicado por Tatiana em janeiro 7, 2011 às 10:17 pm r r
Gostei das convicções! E que venha 2011 com muito mais emoções pra vcs dois. Bjs.
Publicado por tudobem em fevereiro 3, 2011 às 2:22 pm r r
Oi deborah, gostaria de saber qual a sua relação com o eder sandro? pois tenho notícias!
Publicado por Querido ano velho « A realidade, Maria, é louca em dezembro 30, 2011 às 12:22 am r r
[...] pra ver os fogos e pular sete ondinhas. Então, melhor partir logo para aquele momento já clássico do ano na prateleira, etc. e [...]