Post de fim de ano ainda/já.

Comecei a escrever esse post em dezembro de 2012. Não dei conta de terminar.

“Era o melhor dos tempos, era o pior dos tempos, era a idade da sabedoria, era a idade da insensatez, era a época da crença, era a época da incredulidade, era a estação da luz, era a estação das trevas, era a primavera da esperança, era o inverno do desespero, tinha-se tudo e nada se tinha, seguíamos todos diretamente para o Céu, seguíamos todos diretamente pelo outro caminho…”

– Charles Dickens, “Um Conto de Duas Cidades”

Não escrevi quase nada, esse ano [2012, mas vale pra 2013 também], mas não queria pular o post de olhar pra trás. Esse é um ano em que é fundamental olhar para trás, para tentar fazer algum sentido. Eu perdi uma das pessoas mais queridas da minha vida, esse ano. E pessoas queridas ao meu redor perderam pessoas queridas, também, e todos nos olhamos com um pouco de compreensão. E trabalhei feito um burro de carga, mas também recebi reconhecimento pelo meu trabalho. E viajei uma das viagens mais lindas da vida, e conheci gente sensacional, e experimentei, explorei, testei. Inventei.

Finge que o meio é o fim do ano. Agora chegou agosto, e a dor vai doer toda de novo. 2013 podia não repetir 2012, que começou lindo e terminou limbo. O melhor dos tempos, o pior dos tempos.

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